Minha adolescência. Adolescência perdida (literalmente). Não-vivida, não-curtida. Ah, aquele portão, aquela calçada. Aqueles sonhos.
Sonhos, sonhos. Eles fazem bem ou mal? Acho que na ponta do lápis, mais devem do que pagam. E é isso exatamente o que foram aqueles anos: de sonhos na calçada. Visão feia, só a lua com sua beleza. Asfalto, cimento, mato entre pedaços quebrados de concreto. Guias. Carros, poucos. Bicicletas, muitas. E a vida passando, passando.
Será essa a hora de fazer jus ao tempo que perdi dos anos 90, fazendo de suas músicas trilhas de momentos novos e, finalmente, de verdade?
Ao som de Ultra - Say It Once

4 comentários:
i luv ya. i always do it.
i said u: ill neva forget ya.
so...im here.unhappy the babylon change ya mind, not mine.
im still right here.
Sempre é tempo.
E nem é exatamente bum resgate do passado.
É um resgate do futuro.
Escreva mais, Dri!
beijos
o tempo nunca se perde...
gostei do seu blog, lembra muito de mim...principalmente a parte de agitar as pernas sem parar quando a mente agitada só quer se libertar...
sou apenas curiosa...
Postar um comentário